Um suspiro de de novo, um momento amargo
Feliz soberano entre foices e afagos
Um meio eu meio nada que não trago na mala
Feia de um só, maltrapilho
Um arremendo de mim
Como fogo de plalha
Um mero estopim
Cubro os ombros de aguado
Um momento sem fim
Como água em meu garfo
Uma sopa de mim
Me refresco em teus braços
E me julgo ao cair
Não existe um lugar
Ou abraço pra ir
Feito nobre me vou
Me arrependo por isso
Não consumo meu ego
E acordo mais cedo
Pra perder meu juízo