sexta-feira, 15 de maio de 2026

arte

Quem julga o que se cria
Ou mesmo molda o criador
As variantes são perdas fáceis 
O ardor nem sempre arde
Cansei de entrar em becos tortos
Mas sempre tento olhar pra baixo 
Fico em prantos cantando hinos
Mergulho em ondas me sufocando 
Nem sempre tanto mas sempre tonto
Antes mesmo de repetir tantas vezes sempre 
Ainda canso e ainda tento 
Mas sempre é hoje
Mas sempre é ontem 
Amanhã não sei 
Amanhã não é regra 
Amanhã é sorte
Amanhã é arte
E arte será para sempre, arte. 

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