O ardor a foligem
O queimar não atinge
Cada fato, cada peça
Tudo se enche, tudo completa
Mas escoa, vez ou outra
E noa sobra o vazio
O que se perde
Onde nada resume
Um sentido, sem eu estar
Sem presença, sem motivo
O de que fico
Onde me caibo
Fonte de glória
Esgota a faringe
Derrota a memória
Vencendo a noite
Matando o descanso
Onde mora a agonia
Onde se foi a paz do dia
Nem cmantes nem hoje
Não conta os pedaços
Os que sobram na fala
Que prendem na hora
Que morrem do nada
Ontem direito.mas cedo um pedaço
Falando comigo
Sonhando em partes.tentando tentar
Não entro nas coisas
Cresci no meu sono
Meua pés ficam fora
E a cabeça já falha
O único caminho
O que acaba
Pois começou
Nenhum comentário:
Postar um comentário